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A MORTE NÃO É O FIM, É SEMPRE POSSÍVEL ESCOLHER A VIDA!

A MORTE NÃO É O FIM, É SEMPRE POSSÍVEL ESCOLHER A VIDA!

Pessoas que passaram por experiências com a morte e sentiram de perto   o seu poder arrebatador não podem ser como antes… resignificam melhor a vida, sim, sob qualquer circunstância. Mesmo diante da morte nossas escolhas são condição imutável da nossa imortalidade e da verdade irrevogável de que é sempre possível escolher a vida.

A vida é um presente de Deus e não tem preço. O apóstolo Tiago diz: “Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, que não muda como sombras inconstantes”. (Tiago 1.17)

É uma falta de sabedoria, de prudência e de justiça não dar à vida o uso que Deus espera que façamos dela. O plano original de Deus era que os homens fossem eternos. O homem foi feito à imagem e semelhança de Deus. Isto incluía o fato da imortalidade.

Jó reconhece que a vida está nas mãos de Deus – (Jó 12.10): “Em sua mão está a vida de cada criatura e o fôlego de toda a humanidade”. (Jó 33.4): “O Espírito de Deus me fez; o sopro do Todo-poderoso me dá vida”.

A morte, para os salvos, não é o fim da vida, mas um novo começo. Neste caso, ela não é um terror (1Co 15.55-57), mas um meio de transição para uma vida mais plena. Para o salvo, morrer é ser liberto das aflições deste mundo (2Co 4.17) e do corpo terreno, para ser revestido da vida e glória celestiais (2Co 5.1-5). Paulo se refere à morte como sono (1Co 15.6,18,20; 1Ts 4.13-15), o que dá a entender que morrer é descansar do labor e das lutas terrenas (cf. Ap 14.13).

A Bíblia refere-se à morte do crente em termos consoladores. Por exemplo, ela afirma que a morte do santo “Preciosa é à vista do SENHOR” (Sl 116.15). É a entrada na paz (Is 57.1,2) e na glória (Sl 73.24); é ser levado pelos anjos “para o seio de Abraão” (Lc 16.22); é ir ao “Paraíso” (Lc 23.43); é ir à casa de nosso Pai, onde há “muitas moradas” (Jo 14.2); é uma partida bem-aventurada para estar “com Cristo” (Fp 1.23); é ir “habitar com o Senhor” (2Co 5.8); é um dormir em Cristo (1Co 15.18; cf. Jo 11.11; 1 Ts 4.13); “é ganho… ainda muito melhor” (Fp 1.21,23), é a ocasião de receber a “coroa da justiça” (ver 2Tm 4.8 ).

Escolher a vida implica em estar livre do poder da morte – Muitos vivem escravos do medo da morte – os verdadeiros filhos de Deus, tem a promessa da Palavra de que é  liberto do pavor da morte.

            Hebreus 2.15 – E outra vez: Porei nele a minha confiança. E outra vez: Eis-me aqui a mim, e aos filhos que Deus me deu.  E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo;  E livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão.  Porque, na verdade, ele não tomou os anjos, mas tomou a descendência de Abraão.  Por isso convinha que em tudo fosse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote naquilo que é de Deus, para expiar os pecados do povo. Porque naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados.

Escolher a vida implica, principalmente em seguir a Cristo – “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”,  e andar segundo a Palavra de Deus – “O temor de Deus é a fonte de vida” – (Provérbios 14.29). Quando alguém vive debaixo do cuidado e do temor do Senhor, sua vida é prolongada na terra com promessas para a uma eternidade com Cristo.

Agora em que comemoro mais um ano de vida agradeço a Deus por esse dom maravilhoso.

Que Deus abençoe você.

Bjs Silvana

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